Gerenciar uma transportadora não é uma tarefa fácil, pois o processo envolve mais do que a contratação de caminhões e motoristas para a entrega das mercadorias. Diante de tantos desafios e pressões, é necessário pensar estrategicamente e investir em boas práticas de gestão do transporte de cargas para alcançar negócios economicamente sustentáveis ​​e eficientes.

Dentre os diversos desafios da gestão de transporte de cargas, estão os atrasos na entrega, violência nas estradas e roubo de mercadoria. Mesmo diante de obstáculos e complexidade, a logística é um setor em rápido crescimento e altamente estratégico. Com o apoio das boas práticas e inovação tecnológica, é possível adotar uma gestão mais tática e eficaz do transporte de cargas. Confira algumas dicas a seguir:

  • Trace um plano de manutenções preventivas

Um bom gestor de frota sabe que evitar quebras de caminhões é muito melhor do que ter que consertá-los mais tarde. Uma estratégia eficaz é desenvolver um plano de manutenção preventiva cujo objetivo é justamente antecipar problemas e manter a saúde do veículo. Portanto, o plano ajuda a garantir a longevidade, qualidade e rentabilidade da frota.

A ideia é criar um cronograma de vistorias regulares. Nestes dias, os profissionais designados verificarão as várias partes do caminhão e organizarão a substituição de peças e óleo hidráulico de acordo com as recomendações de cada fabricante de automóveis (considerando a marca, ano, modelo, etc.). 

  • Faça um checklist dos veículos

Os veículos são o elemento mais importante da gestão do transporte de cargas. Além de serem ativos da empresa e representarem altos investimentos, são insubstituíveis para as operações. Portanto, é muito importante valorizar sua integridade e evitar que sejam danificados. O checklist nada mais é do que uma ficha com vários aspectos que precisam ser verificados. Nele, aparecem itens como: nível do óleo do motor, água do radiador, luzes internas e externas, pneus, freios, sistema de embreagem e suspensão, entre outros. 

  • Invista em gestão de riscos

Apostar na gestão de riscos significa investir na melhor qualidade e segurança dos processos logísticos e de transporte. Isso coloca sua empresa em uma posição de destaque, especialmente porque ela pode construir relacionamentos mais lucrativos com os clientes com base em sua responsabilidade e compromisso com o cumprimento de prazos e preços.

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Toda empresa que presta serviços de transporte de cargas ou que possua uma frota para entregas precisa implantar uma gestão de riscos. Visando minimizar os diversos problemas que afetam os resultados dessa área é preciso estudos e ações que reconheçam os problemas, apresentem as melhores alternativas para eliminá-los, apliquem métodos e ferramentas para diminuir os riscos da operação. Não tomar providências para a proteção da operação é colocar em risco o negócio e arcar com sérios prejuízos envolvendo recursos financeiros, perdas materiais e até mesmo vidas.

A gestão de riscos consiste em desenvolver, aplicar e manter planos de gerenciamento visando a eliminação ou minimização dos problemas que envolvem o transporte de cargas e a logística da empresa. Os maiores riscos encontrados pelas transportadoras e empresas que tem sua frota própria de veículos para a realização das movimentações de mercadorias são os seguintes:

  • Roubos e assaltos;
  • Perda ou avaria das mercadorias durante o trajeto;
  • Acidentes e danos com os veículos;
  • Apreensões de cargas e multas;
  • Atrasos na entrega;
  • Falhas nos processos, elevando os custos do transporte.

Todos esses problemas colocam em risco o resultado da operação, portanto, para cada um deles deve-se tomar providências, evitando-os ou pelo menos diminuindo a sua frequência. A partir da identificação dos problemas são necessárias ações, o que significa colocar na prática intervenções que possam evitar as situações citadas anteriormente.

É essencial que os profissionais contratados tenham características que envolvam extrema responsabilidade, portanto todo o cuidado deve ser tomado para evitar que motoristas e ajudantes com mau comportamento façam parte da equipe.

A tecnologia também colabora para um completo rastreamento de veículos e suas cargas durante toda viagem. Através dessa ferramenta é possível verificar as paradas, roteiros utilizados e acompanhamento desde a saída até a entrega da mercadoria ao seu destino.

Através do mapeamento e da roteirização é possível, através de sistemas, desenvolver os melhores trajetos para a entrega de mercadorias, configurando e escolhendo opções que considerem: distância, prazo de entrega, tráfego da região, custos com combustível, pedágios, assaltos e outros problemas com segurança.

A gestão de riscos é a melhor forma de se prevenir e minimizar os problemas existentes nas estradas do Brasil. Quer saber mais? Entre em contato com a nossa equipe comercial!

Como já falamos em nosso último post, um programa de gerenciamento de risco em transporte é um conjunto de práticas adotadas por uma empresa como forma de minimizar prejuízos, ameaças e danos que possam afetar as operações logísticas e não proporcionar uma entrega de qualidade para o cliente. Muitas transportadoras já entenderam que concentrar esforços para evitar problemas é muito mais eficiente do que consertá-los. Muitos riscos em logística são, infelizmente, inevitáveis, e envolvem aspectos internos e externos. 

Acidentes nas vias e a crescente violência nas estradas do País — causas de roubos, assaltos e perda de cargas — são exemplos concretos de situações com as quais uma empresa transportadora precisa lidar. Veja alguns deles: 

  • Manutenção dos veículos com valores elevados

A falta de alinhamento das rodas dos veículos faz com que o consumo de pneus e combustíveis sejam aumentados. Além disso, caso o filtro de óleo não seja trocado no tempo apropriado, partículas podem entrar no motor, afetando pistões, cilindro, válvulas e anéis. Em situações mais graves, pode fundir o motor por completo, gerando um prejuízo enorme para a companhia.

  • Roubo de cargas

O roubo de carga gera um rombo financeiro grande nas transportadoras do Brasil, o que é um caso preocupante. Afinal, essa prática pode elevar de forma considerável o preço das mercadorias transportadas.

  • Extravios e danos

Outro risco é a possível indenização, muitas vezes bem alta, que deve ser paga pela transportadora que entrega as cargas com algum tipo de dano, ou que deixa de entregar o item devido a extravios.

  • Multas e apreensões

A lei brasileira que versa sobre a regulamentação do transporte de carga é muito complexa. Isso significa que existem grandes chances da aplicação de multas quando o responsável pelo processo não entende sobre o assunto ou se encontra desatualizado.

Além disso, a falta de documentos obrigatórios durante o trajeto, como o CIOT, pode gerar a aplicação de multas, que podem chegar em uma média de R$550,00. Outro fator que incorre em multa é a falta de dados obrigatórios no Conhecimento de Transporte (CT-e) e a falta de cadastro dos veículos no RNTRC, com multas de R$1.500,00.

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Existem várias estratégias que podem ser usadas para garantir um gerenciamento de risco em transporte eficiente! Para fazer um bom gerenciamento de risco em transporte, comece elaborando um plano que vai nortear as demais ações adotadas pela empresa. Os passos que você vai precisar seguir são:

  • Identificar os riscos;
  • Analisá-los;
  • Levantar soluções e recursos para minimizá-los.

Como já foi dito, os principais riscos da movimentação de mercadorias no cenário brasileiro são: roubos e assaltos, extravio, perda e avaria dos produtos durante o trajeto, danos aos veículos (acidentes, estradas ruins), multas e apreensões, atrasos na entrega, processos ineficientes que causam falhas e elevam as despesas com o frete. Como vimos, as possíveis ameaças acontecem por diferentes motivos. Por isso, cada transportadora precisa fazer um diagnóstico para entender os problemas que atingem suas operações em maior ou menor intensidade.

O planejamento é uma etapa básica e, sobretudo, determinante para a gestão de riscos. Sem ele, o gestor não tem uma visão ampla dos perigos que rodeiam seu negócio e, consequentemente, não pensa em práticas de prevenção, nem protege seu patrimônio de forma efetiva. Um passo a passo bem prático para um planejamento é: 

  • Realize um escopo

Avalie os problemas que podem afetar uma etapa do processo.

  • Colete informações 

Junte vários colaboradores que façam parte do processo e veja quais fatos poderiam ocorrer e o que fazer caso aconteçam.

  • Detecte os riscos e suas consequências

Anote os riscos e como eles poderiam prejudicar a empresa.

  • Entenda os impactos de cada risco

Além da possibilidade de efetivação do risco, você também deve avaliar os impactos que ele pode proporcionar. Uma ideia é realizar essa classificação por meio de uma escala numérica, do mais crítico para o menos crítico.

  • Determine uma probabilidade

Para cada risco identificado, estabeleça se a possibilidade de esse risco se efetivar é baixa, média ou alta. Essa escala deve ser feita de acordo com as características do negócio.

Deu para entender melhor, não é? Entre em contato com a Global 5 e saiba mais!