Como já falamos em nosso último post, um programa de gerenciamento de risco em transporte é um conjunto de práticas adotadas por uma empresa como forma de minimizar prejuízos, ameaças e danos que possam afetar as operações logísticas e não proporcionar uma entrega de qualidade para o cliente. Muitas transportadoras já entenderam que concentrar esforços para evitar problemas é muito mais eficiente do que consertá-los. Muitos riscos em logística são, infelizmente, inevitáveis, e envolvem aspectos internos e externos. 

Acidentes nas vias e a crescente violência nas estradas do País — causas de roubos, assaltos e perda de cargas — são exemplos concretos de situações com as quais uma empresa transportadora precisa lidar. Veja alguns deles: 

  • Manutenção dos veículos com valores elevados

A falta de alinhamento das rodas dos veículos faz com que o consumo de pneus e combustíveis sejam aumentados. Além disso, caso o filtro de óleo não seja trocado no tempo apropriado, partículas podem entrar no motor, afetando pistões, cilindro, válvulas e anéis. Em situações mais graves, pode fundir o motor por completo, gerando um prejuízo enorme para a companhia.

  • Roubo de cargas

O roubo de carga gera um rombo financeiro grande nas transportadoras do Brasil, o que é um caso preocupante. Afinal, essa prática pode elevar de forma considerável o preço das mercadorias transportadas.

  • Extravios e danos

Outro risco é a possível indenização, muitas vezes bem alta, que deve ser paga pela transportadora que entrega as cargas com algum tipo de dano, ou que deixa de entregar o item devido a extravios.

  • Multas e apreensões

A lei brasileira que versa sobre a regulamentação do transporte de carga é muito complexa. Isso significa que existem grandes chances da aplicação de multas quando o responsável pelo processo não entende sobre o assunto ou se encontra desatualizado.

Além disso, a falta de documentos obrigatórios durante o trajeto, como o CIOT, pode gerar a aplicação de multas, que podem chegar em uma média de R$550,00. Outro fator que incorre em multa é a falta de dados obrigatórios no Conhecimento de Transporte (CT-e) e a falta de cadastro dos veículos no RNTRC, com multas de R$1.500,00.

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